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A minha jornada empreendedora

Atualizado: 22 de dez. de 2023


Que ano hein?! Desde o lançamento do repelente natural em abril (quando ganhei o título oficial de "faz-tudo") acho que entrei em modo automático. Fui emendando uma tarefa atrás da outra sem saber que estava empreendendo, pois na minha cabeça, o Zero Acumulo era um projeto, e não um negócio.

Eu tinha uma ideia romantizada do empreendedorismo e até hoje, quando converso com outras pessoas que largaram a vida corporativa para trabalhar "por conta", me sinto um peixinho que não pertence ao mundo dos empresários, ainda que MEI.

Eu me cobro desde o primeiro dia que vendi um produto, seja em número de seguidores, na produção de conteúdo, no faturamento, na logística, e por aí vai...


Toda vez que expresso a minha frustração com algo fora do esperado, ouço de amigos e familiares que no início é assim mesmo, que ninguém começa com milhares de clientes ou lucros astronômicos. Sabe quando na teoria faz sentido, mas no dia-a-dia é um mix de sentimentos, que oscila entre pequenas comemorações de uma venda orgânica em um dia, e dúvidas sobre a minha própria capacidade de administrar um negócio no outro dia?


É engraçado que como coach de carreira eu consigo enxergar com clareza os casos dos clientes e ajudá-los no seu desenvolvimento pessoal e profissional, mas quando os papéis se invertem, eu não me permito respeitar o tempo natural das coisas e invento de comparar o Zero Acumulo às empresas maiores, marcas consagradas ou negócios do mesmo ramo, mas que estão no mercado há mais tempo. Refletindo nesta última frase, acho que ao invés de comparar, eu devesse me inspirar nas marcas que admiro para quem sabe um dia chegar no patamar que almejo, né?


Estou compartilhando essas reflexões porque assim como um dia sonhei ter meu próprio negócio, sei que outras pessoas também gostariam, mas ainda não tiveram a coragem de arriscar, ou talvez nem saibam ao certo o que fariam se tivessem a oportunidade. É muito doido e pra falar a verdade, no meu caso foram vários anos ensaiando, e não foi tão repentino. Embora seja uma pessoa ansiosa que planeja tudo com bastante antecedência, percebi que sou impulsiva para as coisas as quais sou apaixonada, como criar receitas (de fórmulas e comida), escrever e vender.


Não diria que minha transição da vida corporativa para o empreendedorismo foi bem planejada, mas certamente foi na hora certa e claro, sem o apoio moral e financeiro que recebi, o Zero Acumulo não teria se desenvolvido tão rapidamente. Eu posso até fazer os produtos sozinha, mas minha rede de apoio esteve comigo antes mesmo de eu comprar o primeiro frasco de vidro que futuramente virou o repelente Zero Acumulo. A vida de empreendedora pode até ser solitária, mas jamais estive sozinha nessa empreitada e hoje, escrevendo este post, não poderia estar mais feliz e orgulhosa pelo projeto que criei em 2008 e pelos produtos que comecei a produzir na mesa de jantar dos meus pais em abril de 2021.


Tenho a consciência de que minha trajetória acadêmica e corporativa contribuíram muito para a profissional que me tornei, mas também sei que a constância em compartilhar o minimalismo e sustentabilidade, desde o primeiro video no Youtube, sedimentaram a credibilidade que tenho hoje ao falar do estilo de vida mais saudável e com menos plástico. Essa bagagem acrescida à cada pessoa incrível que conheci pelo Zero Acumulo, alavancaram o alcance da marca. Realmente, é surreal o poder da propaganda boca a boca!


Obrigada 2021 pelos desafios que superei e pelos objetivos que atingi!


Agradeço a todos que confiaram:

no meu amadorismo e teimosia;

no meu conhecimento e esforço;

na minha curiosidade e determinação;

nas minhas indicações e experiências;

na minha criatividade e eficiência;

nos meus erros e senso de humor;


Gratidão por todas as pessoas que me acompanham diariamente, apoiando ou comprando, que acreditam que o Zero Acumulo é um estilo de vida que faz bem pro planeta.







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